Plano individual, familiar ou empresarial: qual escolher?
Entenda a diferença entre os três formatos de contratação e descubra qual faz mais sentido para o seu momento de vida.
Os três formatos de contratação
A primeira decisão de quem procura um plano de saúde não é a operadora — é o formato de contratação. Ele define o preço, as regras de reajuste e até a carência.
Plano individual ou familiar
Contratado diretamente por uma pessoa física, com ou sem dependentes. É o formato mais protegido pela regulação: o reajuste anual é limitado por teto definido pela ANS e o contrato não pode ser cancelado unilateralmente pela operadora, salvo fraude ou inadimplência.
Em compensação, é o formato com menos oferta no mercado e, em geral, com mensalidade mais alta.
Plano por adesão
Destinado a quem tem vínculo com uma entidade de classe (conselho profissional, sindicato, associação). Costuma ter mensalidade menor que o individual, mas o reajuste é negociado entre a operadora e a administradora de benefícios.
Plano empresarial
Contratado por CNPJ, inclusive MEI. É o formato com melhor custo-benefício na maioria das cotações e o que tem mais opções de rede. O reajuste é negociado por contrato e depende da sinistralidade do grupo.
Como decidir
| Situação | Formato que costuma valer mais a pena |
|---|---|
| Tenho CNPJ ou MEI ativo | Empresarial |
| Sou profissional com conselho de classe | Adesão |
| Não tenho CNPJ nem vínculo de classe | Individual/familiar |
| Quero previsibilidade de reajuste acima de tudo | Individual/familiar |
Antes de fechar
Compare sempre três pontos além do preço: rede credenciada próxima de casa e do trabalho, carências para o que você usa hoje e coparticipação (se existe e quanto pesa no uso mensal).
Se você não sabe qual formato se aplica ao seu caso, faça uma cotação: em poucos minutos dá para saber quais alternativas existem para o seu perfil.